Capelas
de Congonhas do Campo são um atrativo à parte
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(Fotos:
Christian Knepper / Embratur e Reprodução)
Conhecida
como A cidade dos profetas, Congonhas do Campo, em Minas Gerais,
é uma boa pedida para os apreciadores da arte barroca. Isso porque
várias obras de Antônio Francisco Lisboa, o famoso Aleijadinho,
podem ser conferidas na cidade. Entre elas, estão as imagens dos
12 profetas (esculpidas em pedra-sabão) e o Jardim dos Passos,
que foi tombado como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização
das Nações Unidas para a Educação, a Ciência
e a Cultura (Unesco), em 1985.
Além
da arte
Riqueza e
peregrinação são outras duas palavras que remetem
à cidade de Congonhas do Campo. O município foi um importante
centro de mineração entre o final do século XVII
e início do século XVIII.
Basílica
do Senhor Bom Jesus do Matozinho atrai milhares de peregrinos à
cidade
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Da cidade,
saíram grandes fortunas. As pepitas de ouro chegavam a ter o tamanho
de batatas, na famosa lavra chamada Batateiro, fato que atraiu para a
cidade diversos aventureiros, sobretudo paulistas e portugueses.
Os tempos de
ouro se foram, mas o município ainda encontra na mineração
sua maior fonte de renda, em conjunto com a indústria metalúrgica.
Destaque para a mina de Casa de Pedra (Companhia Siderúrgica Nacional
CSN) e a Mina da Fábrica (antiga Ferteco Mineração
S.A., hoje incorporada à Companhia Vale do Rio Doce).
Peregrinos
Um outro ponto
que chama atenção na cidade é a peregrinação.
Milhares de peregrinos visitam a cidade em busca de cura para suas aflições.
Estima-se que, anualmente, entre 7 e 14 de setembro período
em que se comemora o Jubileu do Bom Jesus de Matozinhos , cerca
de 5 milhões de romeiros visitem a cidade.
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